quinta-feira, 3 de abril de 2008

A busca pela essência (uhu! título filosófico esse)

O professor, no comentário que ele fez no meu post anterior, disse que analisar a concorrência é uma boa estratégia. A intenção do projeto, no caso, é analisar justamente porque esses jogos como Guitar Hero e DDR são tão imersivos, e se, e porque, as pessoas realmente aprendem rápido a jogá-los. Um aspecto óbvio é o uso da guitarra ou do corpo para jogar (no caso do DDR) e as músicas boas. Mas o que será, dessa experiência imersiva toda, que poderemos transportar para uma telinha de celular? Espero que consigamos perceber qual é a essência que esses jogos oferecem e que agrada tanto aos jogadores, e, se for algo muito difícil de ser colocado num dispositivo móvel com nossos recursos atuais, teremos de pensar em como adaptar essa essência para ao menos parte dela ser transferida para nosso jogo.
Bom, semana que vem volto com resultados...

2 comentários:

Ana disse...

Carol, como ex-viciada em DDR (e só porque não teve como eu trazer meu playstation pra campinas e continuar jogando) eu te digo uma coisa: a minha paixão pelo ddr era que, conforme você ia se soltando e ganhando ritmo, você realmente dançava.
Não era uma questão mais de pular na seta certa na hora certa, mas de seguir a coreografia da dança.

Eu suponho que com guitar hero seria a mesma coisa, com o controlezinho imitando (mal e mal) uma guitarra.
Mas eu já vi muita gente se divertindo no controle de PS2 normal.

Então eu chuto que seja uma questão de manter o controle confortável (se o cara distender um dedo tentando apertar as teclas eu duvido que ele volte a jogar) e garantir a recompensa: se o cara aperta direitinho, ele escuta a música legal. Se ele erra, som de guitarra desafinada nele!

hans disse...

Talvez de tudo isto saia um outro tipo de jogo ...