Após uma infinidade de discussões, eu, Erika, Danilo e Panda decidimos por fazer um jogo a la Guitar Hero ou Dance Dance Revolution, ou seja, um jogo em que pressionando uma sequência de botões no celular no ritmo (ou fora do ritmo) de uma certa música, o jogador ganha/perde pontos. A idéia ainda está bem crua, pois obviamente não contamos co os recursos visuais e muito menos com os acessórios fundamentais para o gameplay envolvente de um jogo como Guitar Hero (a guitarra por exemplo). No entanto, caso o Android não seja limitador demais, a idéia parece bem factível de ser realizada.
Como a Erika já teve, no semestre passado em Engenharia de Software, a experiência de ser gerente do nosso grupo (que na época contava também com o Lucas e com o Sto. André), eu que serei dessa vez. Ou seja, ficarei responsável de organizar o pessoal para que o projeto efetivamente saia do papel.
A partir de hoje postarei no blog do projeto as coisas relevantes sobre ele (por exemplo, o documento de visão, que se tudo der certo faremos esse final de semana), e aqui as minhas percepções pessoais sobre o projeto em si.
sexta-feira, 28 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
Android testado
Testei o HelloAndroid e funcionou. Agora, tem uma coisa de que não gostei: fazer uma interface usando XML é o tipo de coisa que ninguém merece. XML, creio, é muito bom como um recurso intermediário: ou seja, um aplicativo oferece os modelos como botões, caixas de texto etc para o designer modelar a interface, transforma em XML e aí sim a API usada pelo programador deve ler esse XML para criar a interface automaticamente. Essa sim é uma boa alternativa a fazer interfaces programaticamente. Mas nossa, do jeito que o Android supõe que a coisa vai ser feita fica bem ruim. Escrever XML na mão é bem chato. Próximo passo: testar algum editor visual de interface para o Android!!!
Aprendendo a mexer no Android
Há 2 semanas atrás, assim que as aulas começaram, eu instalei o Android no Eclipse e tentei compilar um dos samples, chamado HelloActivity. Como não estou muito habituada ao Eclipse (na verdade prefiro o Visual Studio e C#, o que frequentemente gera brincadeiras entre eu e a Erika, porque ela adora Java), devo ter feito besteira, porque dava um erro bem esquisito. O pessoal recomendou que eu fizesse o tutorial do Hello World do próprio site do Android, ao invés de ficar mexendo nos samples...então é o que farei. Amanhã escrevo no que deu.
Fora isso...li a parte sobre reengenharia de práticas de trabalho no site, e também aquele texto de 28 páginas sobre arquitetura de informação. Classificação e disposição de informações é realmente uma coisa complicada quando se está pensando apenas como desenvolvedor; por outro lado, um tanto de bom senso e preocupação com o público alvo parece resolver a maior parte dos problemas. É preciso se colocar no lugar do usuário, ou de preferência usar, como o texto aconselha, potenciais usuários para testar o produto. O bom senso, de qualquer jeito, deve entrar na equação: afinal não é preciso pensar muito para perceber que um site com visual limpo, contendo apenas as informações realmente essenciais, é melhor do que colocar um monte de coisas na tela.
Mudando de assunto: atualmente estou fazendo um jogo chamado Gariman, com o qual eu e uma equipe estamos participando de uma competição mundial, a Imagine Cup. É engraçado perceber como os 3 programadores do jogo, incluindo eu, pensam na interface de uma maneira muito mais estrutural, do tipo: isso vai aqui, essa outra coisa vai ali. Mas o único artista do grupo, um cara do IA, é quem realmente dá a cara para a interface, e a torna algo agradável. Essa parte do visual, definitivamente, não deve ser subestimada.
Fora isso...li a parte sobre reengenharia de práticas de trabalho no site, e também aquele texto de 28 páginas sobre arquitetura de informação. Classificação e disposição de informações é realmente uma coisa complicada quando se está pensando apenas como desenvolvedor; por outro lado, um tanto de bom senso e preocupação com o público alvo parece resolver a maior parte dos problemas. É preciso se colocar no lugar do usuário, ou de preferência usar, como o texto aconselha, potenciais usuários para testar o produto. O bom senso, de qualquer jeito, deve entrar na equação: afinal não é preciso pensar muito para perceber que um site com visual limpo, contendo apenas as informações realmente essenciais, é melhor do que colocar um monte de coisas na tela.
Mudando de assunto: atualmente estou fazendo um jogo chamado Gariman, com o qual eu e uma equipe estamos participando de uma competição mundial, a Imagine Cup. É engraçado perceber como os 3 programadores do jogo, incluindo eu, pensam na interface de uma maneira muito mais estrutural, do tipo: isso vai aqui, essa outra coisa vai ali. Mas o único artista do grupo, um cara do IA, é quem realmente dá a cara para a interface, e a torna algo agradável. Essa parte do visual, definitivamente, não deve ser subestimada.
quarta-feira, 12 de março de 2008
Início das postagens!
Finalmente criei meu blog. Aqui vou postar comentários sobre o que aprendi na disciplina, bem como tudo sobre o andamento do projeto de construção de um aplicativo de interface amigável usando o Android, nova API da Google para dispositivos móveis. Meug grupo é a Erika, o Danilo e o Panda (menos conhecido como Rodrigo). Queremos fazer um jogo que seja muito fácil de aprender. Inicialmente minha idéia foi um pouco "avançada" demais, pois queria fazer um jogo que gerasse um labirinto aleatório pelo qual uma bolinha teria de passar. Mas a grande diversão seria se o dispositivo móvel possuísse um acelerômetro, de forma que ao incliná-lo para um lado ou para o outro, o labirinto "pendesse" para os lados e a bolinha pudesse andar. O problema seria testar o funcionamento de um jogo desses. Agora o pessoal do grupo está com uma idéia de fazer um jogo parecido com o Worms, mas sinceramente não gostei muito, e a idéia da bolinha ainda me parece melhor, pela sua simplicidade de idéia mas não de programação. E seria um ótimo desafio fazer um gerador de labirintos!
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